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	<title>teresaseguradopavao</title>
	<link>https://teresaseguradopavao.net</link>
	<description>teresaseguradopavao</description>
	<pubDate>Fri, 03 Sep 2021 14:21:36 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Exposições</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Exposicoes</link>

		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 10:10:49 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

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		<description>Ensaios em Imobilidade e Movimento Secreto
Museu&#38;nbsp;Arpad Szenes - Vieira da Silva — PTGatos&#38;nbsp;
Fundação Carmona e Costa, Lisboa —PT&#38;nbsp;Terra Branca
Galeria Neupergama e Museu Municipal Carlos Reis, Torres Novas — PT&#38;nbsp;
Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra
MNAA - Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa — PT 
Mare Ossos Tellus&#38;nbsp;
Museu Nacioinal do Azulejo — PT&#38;nbsp;

O Fio de Ariadne&#38;nbsp;
Galeria Bessa Pereira — PT

Estrada Branca&#38;nbsp;
Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves — PT

A Quatro Mãos com Mário Laginha
Convento dos Capuchos — PT
A Estratégia da Aranha 

	
		
		
	
	
		
			
				
					Casa Atelier da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva — PT

				
			
		
	
Ø (Al2O3 · 2SiO2 · H2O), Fe, Cu, Ag, Au

	
		
		
	
	
		
			
				
					Gabinete — PT


				
			
		
	

A Fábrica

	
		
		
	
	
		
			
				
					Appleton Square — PT

				
			
		
	


O Tempo Tomado das Coisas

				
			
		
	



	
		
		
	
	
		
			
				
					anozero’17 bienal de arte contemporânea de Coimbra (programação convergente - curar e reparar) — PT


				
			
		
	
Terras Brancas

	
		
		
	
	
		
			
				
					Museu Municipal de Faro e Museu
Municipal de Loulé — PT

				
			
		
	

Sala

	
		
		
	
	
		
			
				
					Galeria Belo-Galsterer — PT


				
			
		
	

3553

	
		
		
	
	
		
			
				
					MUDE &#124; Museu do Design e da Moda — PT

				
			
		
	


A Terra é um Cadinho onde os Minerais Amadurecem

	
		
		
	
	
		
			
				
					Museu da Ciência, Universidade de
Lisboa – Laboratorio Chimico — PT


				
			
		
	

Segredos e Relíquias

	
		
		
	
	
		
			
				
					Museu de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito
Santo Silva, Lisboa — PT


				
			
		
	


Da Terra Branca

	
		
		
	
	
		
			
				
					Casa Colombo– Museu de Porto Santo, Ilha de Porto Santo — PT


				
			
		
	

Fragmentos

	
		
		
	
	
		
			
				
					Convento dos Cardais, Lisboa — PT

Tempo de Espera

	
		
		
	
	
		
			
				
					Galeria de ExposiçõesTemporárias no Núcleo da Real Fá-brica Veiga do Museu de Lanifícios, Universidade da Beira Interior — PT
Museu Laboratório e Jardim Botânico, Lisboa — PT

	
		
		
	
	
		
			
				
					Palácio da Galeria, Tavira — PT


				
			
		
	
Tudo o que é Sólido se Dissolve no Ar

	
		
		
	
	
		
			
				
					Museu Laboratório e Jardim Botânico, Lisboa — PT


				
			
		
	

Tramas e Sortilégios

	
		
		
	
	
		
			
				
					Museu Nacional do Traje, Lisboa — PT


				
			
		
	

Objectos texteis

	
		
		
	
	
		
			
				
					Espaço A/Club 50, Lisboa — PT

	
		
		
	
	
		
			
				
					Museu Nacional do Traje, Lisboa — PT



				
			
		
	




				
			
		
	






				
			
		
	




	
		
		
	
	
		
			
				
					


				
			
		
	



				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Text A Nostalgia do Lugar</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Text-A-Nostalgia-do-Lugar</link>

		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 09:43:45 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

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		<description>A Nostalgia do Lugar
...el infinito lienzo de Penélope.
El tiempo circular de los estoicos...
Jorge Luis Borges

Esta é uma exposição inevitavelmente nostálgica. Primeiro porque se relaciona intimamente com o espaço e com o
tempo do lugar em que acontece e depois porque encerra um ciclo de uma década de trabalho da Appleton Square.
Aqui funcionou durante cerca de cinquenta anos uma fábrica de passamanarias frequentada por Teresa Pavão ao longo
da sua vida. Primeiro a curiosidade e mais tarde o seu trabalho na área dos têxteis trouxe-a inúmeras vezes a Alvalade,
ao nº 27 da Rua Acácio de Paiva para comprar matéria-prima. Também a trouxe aqui a vontade de adquirir algumas
peças de mobiliário para o seu atelier-loja, quando soube que a fábrica tinha sido vendida e ia fechar.
Teresa Pavão é capaz de ser a única artista, dos mais de cem que trabalharam na Appleton Square, que conheceu e
estabeleceu uma relação com a fábrica. Que se lembra do barulho das máquinas, das cores dos fios, da beleza das
sedas. Que sabia os nomes das mulheres que ali trabalhavam, tantas vezes sem descanso, e que as guarda na memória
como símbolo do maior paradoxo daquele lugar, a austeridade do regime laboral que ali se praticava em oposição à
delicadeza de tudo o que ali se produzia. Que não esquece o silêncio que ditou o fim, o vazio das prateleiras que foi
acontecendo progressivamente. E que guardou com carinho grande parte desse património, que ainda hoje utiliza no seu
trabalho.
São então afectos que provocam esta exposição. E utilizo o plural porque existem neste caso dois tipos de afecto de
natureza absolutamente distinta, o do passado, de ligação à fábrica, e o do presente, de ligação à Appleton Square. São
afectos relacionados sobretudo com a beleza do ser e do fazer, inspiração fundamental para qualquer artista.
Arrisco-me a assumir que a força maior está no passado, mesmo representando o passado opressão e o presente
liberdade; é difícil resistir ao encantamento de (re)visitar o que já não existe. E é isso que Teresa Pavão nos propõe com
a sua exposição. Por um lado através das peças que coloca na parede: teares com fios de seda e outros materiais da
fábrica, que podiam ter sido produzidos ali mesmo, por outro através do dispositivo expositivo que desenhou, com a
máquina instalada na sala onde funcionou durante tantos anos, e a mesa, numa alusão a uma linha de montagem, sobre
a qual mostra as “molduras” que completam as peças expostas e as transformam em caixas de luz. A sala de baixo
atribui à exposição uma dicotomia interessante: ali Teresa Pavão relembra-nos o presente, para que não nos
esqueçamos que estamos numa galeria, muito especificamente na Appleton Square, espaço expositivo com o qual
mantém esta ligação de afecto e continuidade. E fá-lo através de uma encenação assumida e eficaz em que expõe o
“produto final” da fábrica – a sua “obra de arte”.
Torna-se assim evidente que a criação artística de Teresa Pavão, é, neste caso, impulsionada pela ligação ao lugar, não
na dimensão formal enquanto espaço expositivo, mas numa outra dimensão, desta vez emocional, de memória e
sentidos ligados a um tempo que já acabou. É portanto impulsionada pela “nostalgia do lugar”, esse lugar que se
transformou e se libertou, mas que, como sentimos nesta exposição, manteve o seu encanto, a sua magia, a sua vida, o
seu ritmo, as suas cores.

Vera Appleton, Junho 2018


				
			
		
	



				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Text Ø (Al2O3 · 2SiO2 · H2O), Ag, Fe, Cu, Au</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Text-O-Al2O3-2SiO2-H2O-Ag-Fe-Cu-Au</link>

		<pubDate>Fri, 03 Sep 2021 14:21:36 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

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		<description>Ø (Al2O3 · 2SiO2 · H2O),&#38;nbsp;Ag, Fe, Cu, AuEstas peças surgem do convite para fazer uma edição limitada para o
Gabinete, no que veio a ser a oportunidade para retomar e desenvolver uma
ideia com alguns anos, ensaiada na Mostra e, mais tarde, numa exposição
em Loulé.

						
As peças desenvolvem-se a partir de discos de ferro provenientes de alfaias
agrícolas, as “grades de discos”, que foi recolhendo e coleccionando como
grandes pratos de ferro, deixando-os sujeitos por largos anos aos elementos
da natureza.

						
Estes discos, que na vertical serviam para trabalhar a terra, imobilizam-se
agora e elevam-se através de uma base de cerâmica que, como os dedos de
uma mão, os sustente e os redefine.

						
Uma mão que os eleva e os torna num quase objecto ritual, um prato para
oferendas, em que o centro é preenchido com algo valioso, que tanto serve
para manter e guardar como para peneirar e filtrar.

						
Num retorno à terra, em que o que resulta é necessariamente distinto do
que o que lhe deu origem, partindo dos elementos que se transformam e se
unem através do tempo, da água e do fogo.

					
				
			
		
	

Rui Dantas, 2018

				
			
		
	



				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>A Nada sabemos do que amamos</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/A-Nada-sabemos-do-que-amamos</link>

		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 10:40:25 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://teresaseguradopavao.net/A-Nada-sabemos-do-que-amamos</guid>

		<description>Nada sabemos do que amamos

olhamos esta taca

e não sabemos de onde veio.

não sabemos que houve barro húmido

e mãos maculadas desse barro.(um cofre fechado)

tocamos esta taca,o ser amado
o espfrito inflamado que nele vivia e que dele se libertou.

continuamos sem conhecer o seu corpo.

guardamos nela frutas, águas, jóias...

ela não nos devolve o segredo das mulheres.

(um jarro alto)

a taca brilha no fundo do tempo

e não sabemos nem do vento das areias finas

nem do calor que lhe deu luz.
e um dia, quando tivermos nas mãos os restos do seu corpo,

perceberemos então (tarde demais) o ser amado

João Pinharanda
Lisboa, 4 abril 2015 


				
			
		
	



				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Text Sala</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Text-Sala</link>

		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 10:48:52 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

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		<description>Sala
Um projecto de Teresa Segurado Pavão
Temos especial gosto de poder apresentar SALA, a mais recente exposição individual de Teresa
Segurado Pavão, em formato de projecto na Galeria Belo-Galsterer.

Quando entramos na galeria, já viemos da rua com a expectativa de uma casa antiga; a fachada Arte
Déco, o mármore nas escadas, entre outros elementos arquitectónicos característicos prepararam o
ambiente que se segue: salas de tecto alto com estuque e chão de madeira usada, que nos conta a
história do apartamento. Este espaço é o leitmotiv do projecto de Teresa Segurado Pavão para o qual
criou uma série de objectos inéditos intitulados “Satsuma”(1) .

O trabalho de Teresa Segurado Pavão assenta no uso e combinação de vários materiais como ferro,
cobre, bronze, prata, ouro, madeira, osso, objectos ou vestígios de objectos, fios…tendo como suporte o
barro branco polido ou vidrado. Neste caso, são sobretudo os cacos de um serviço de chá em faiança
japonesa Satsuma. Estes fragmentos integram-se e ligam-se, através de processos usados na ourivesaria,
a formas que remetem para a memória das cerâmicas tradicionais e dos rituais a ela associados.

Esta vontade de provocar a nossa curiosidade e brincar com o olhar do espectador é parte integrante do
seu trabalho, faz parte dos pressupostos para a feitura de cada peça. Este pensamento criativo e a
extraordinária sensibilidade da artista, reflecte-se na própria montagem e apresentação das suas obras
no espaço; em cima de um aparador antigo, que serve como dispositivo, com portas e gavetas abertas,
as obras de Teresa Segurado Pavão têm que ser procuradas para serem descobertas, com todos os seus
segredos… Ficamos assim confrontados com uma exposição que, na verdade, é uma instalação total.

Alda Galsterer
NOTA: Trabalho de Joalharia de Nininha Guimarães dos Santos para Teresa Segurado Pavão.

AGRADECIMENTO: Um especial agradecimento vai para a D’OREY AZULEJOS E ANTIGUIDADES, Lisboa, por ter
apoiado este projecto.
(1) A louça Satsuma nasceu quando o príncipe Shimazu do reino Satsuma na Kyūshū do sul sequestrou oleiros coreanos
qualificados após as invasões japonesas na Coreia para estabelecer uma indústria cerâmica local. Depois da mostra na
exposição internacional em Paris em 1867, esta cerâmica com os seus desenhos figurativos e dourados tornou-se muito popular
como exportação para a Europa.


				
			
		
	



				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	




				
			
		
	



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>O numero seguinte</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/O-numero-seguinte</link>

		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 10:51:50 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://teresaseguradopavao.net/O-numero-seguinte</guid>

		<description>O NÚMERO SEGUINTE

A coleção, segundo a sua definição enciclopédica, é “um conjunto de objetos classificados”.
Objetos naturais ou artificiais que se devem agrupar segundo critérios que poderão ser
informados por metodologias de ordem científica, ou por um gosto ou sentimento pessoal.
Tratando-se de objetos utilitários devem ser privados da sua utilidade e protegidos num espaço
de exposição, público ou privado.

A coleção constitui-se no entanto, e para além da sua mera definição enciclopédica, como
fenómeno cultural e complexo, geralmente resultante de uma propensão individual e subjetiva
para a acumulação, decorrente de um forte instinto de propriedade, não só fomentado como
validado pela sociedade de consumo em que nos situamos.

A escolha da artista em apresentar um projeto num cofre de um antigo banco, local
indissociável da propriedade e acumulação individual, é sintomática deste sentir e pensar um
colecionismo individual movido por gostos - um arquivo pessoal que constrói uma narrativa de
memória.

As obras de Teresa Pavão movem-se concetualmente nos territórios da arte e do design, entre
o decorativo e o utilitário. Nesta exposição a artista instala a sua “coleção”, que o visitante
poderá entender como uma linguagem que tenta desvendar o significado de um grupo de
objetos, mas também a relação entre o seu caráter utilitário e o seu caráter simbólico.

A serialidade das peças, coincidente com os números dos cofres, parece indicar essa
necessidade de classificação, mas ao acrescentar o número seguinte (os cofres terminam no
número 3552) o – 3553 - número/nome da exposição deixa em aberto a continuidade, como
dizendo que uma coleção nunca está terminada, tal como o trabalho de uma artista.

É pela partilha deste momento, e com o desejo da continuidade de trabalho, que deixo um
agradecimento especial à Teresa Pavão. Não quero também deixar de congratular o Jacinto
Lucas Pires, que colabora com dois belíssimos contos no catálogo, e o fotógrafo Eurico do Vale
pelas fotografias que documentam de forma exemplar as peças em exposição.

Catarina Vaz Pinto


				
			
		
	



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Agenda</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Agenda</link>

		<pubDate>Sat, 20 Feb 2021 16:08:10 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://teresaseguradopavao.net/Agenda</guid>

		<description>20 Nov 2026 - 14 Mar 2027
Colecção Imaginária Curadoria de João Carvalho Dias&#38;nbsp;Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa — PT
 






</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Textos</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Textos</link>

		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 10:10:45 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://teresaseguradopavao.net/Textos</guid>

		<description>A nostalgia do lugar - Vera Appleton

Ø (Al2O3 · 2SiO2 · H2O), Fe, Cu, Ag, Au - Teresa Pavão
Pó das Estrelas - Lídia Jorge
Nada sabemos do que amamos - João Pinheiranda

Sala - Alda Galesterer

Todos os Nome - Bárbara Coutinho
Texto Masculino da República Democrática Europeia - Jacinto Lucas Pires&#38;nbsp;
Teresa Pavão: Roubar um Tesouro -&#38;nbsp;João Pinheiranda

A Terra é um Cadinho Onde os Minerais Amadurecem - Ana Maria Eiró

Balança de Ourives - Henrique Segurado&#38;nbsp;

Impressões, pensamentos e memórias - Teresa Segurado Pavão

Da Terra Branca -&#38;nbsp;Francisco António Clode Sousa

Fragmentos - José Sarmento de Matos

Tempo de Espera - Henrique Segurado
Umas tantas cadeiras metálicas e uma de pau -&#38;nbsp;Fernando Catarino
Tempo de Espera - António Alçada Baptista

Tudo o que é Sólido se Dissolve no Ar - Fernando Catarino&#38;nbsp;

A Magia das Tramas -&#38;nbsp;Madalena Braz Teixeira
Tramas e Sortilégios - Fernando de Azevedo&#38;nbsp;

Objectos Texteis - Rafael Reis&#38;nbsp;



</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>Bio</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Bio</link>

		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 10:10:50 +0000</pubDate>

		<dc:creator>teresaseguradopavao</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://teresaseguradopavao.net/Bio</guid>

		<description>Lisboa, Novembro 1957&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; Vive e trabalha em Lisboa, Portugal 
Fez o curso da Escola António Arroio e o curso de Cerâmica do IADE. Frequentou os departamentos de
Desenho, Pintura e Joalharia do AR.co e o atelier de Tapeçaria de Gisela Santi.Criou a tp (atelier - loja de autor) em Lisboa (2004 - 2018).

				
			
		
	


				
			
		
	

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS&#38;nbsp;


	
		
		
	
	
		
			
				
					2026“Ensaios em Imobilidade e Movimento Secreto”
Teresa Segurado Pavão e Rui Sanches&#38;nbsp;
Curadoria de Nuno Faria
Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa — PT
2025
“Gatos”
Fundação Carmona e Costa, Lisboa — PT
2023
“Terra Branca”
Galeria Neupergama e Museu Municipal Carlos Reis, Torres Novas — PT
&#38;nbsp;
“Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra” com João Cutileiro
Curadoria de Filipa Oliveira
MNAA - Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa — PT&#38;nbsp;

2022
“Montures - le simple et le précieux”&#38;nbsp;
PAB, Aguiar - Branco Antiques, Paris — FR
“Mare Ossos Tellus”
Museu Nacional do Azulejo, Lisboa — PT

“O fio de Ariadne”
Galeria Bessa - Pereira, Lisboa — PT

2021
“Estrada Branca”Casa Museu Anastácio Gonçalves, Lisboa — PT

“A Quatro Mãos” com Mário LaginhaCuradoria de Filipa Oliveira
Convento dos Capuchos, Almada —&#38;nbsp;PT


				
			
		
	
2019


	
		
		
	
	
		
			
				
					“A Estratégia da Aranha”, Casa Atelier da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa — PT


				
			
		
	
2018


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Ø (Al2O3 · 2SiO2 · H2O), Fe, Cu, Ag, Au”, Gabinete, Lisboa — PT


				
			
		
	


	
		
		
	
	
		
			
				
					“A Fábrica”, Appleton Square, Lisboa — PT

				
			
		
	

2017


	
		
		
	
	
		
			
				
					“O Tempo Tomado das Coisas”, anozero’17 bienal de arte contemporânea de Coimbra,
Programação convergente – curar e reparar, Coimbra — PT


				
			
		
	
2016

	
		
		
	
	
		
			
				
					“Terras brancas” (em parceria com Teresa Ramos), Museu Municipal de Faro e Museu
Municipal de Loulé — PT&#38;nbsp; 
(catálogo)

				
			
		
	


2015


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Sala” Galeria Belo-Galsterer, Lisboa — PT


				
			
		
	
2013 


	
		
		
	
	
		
			
				
					“3553”, MUDE &#124; Museu do Design e da Moda, Colecção Francisco Capelo, Lisboa — PT (catálogo)

				
			
		
	
2012

	
		
		
	
	
		
			
				
					“Pratos”, Sabores da Sé, Faro — PT

	
		
		
	
	
		
			
				
					“Fio”, Espaço BÁ, Lisboa — PT

2011

				
			
		
	



	
		
		
	
	
		
			
				
					“a terra é um cadinho onde os minerais amadurecem”, Museu da Ciência, Universidade de
Lisboa – Laboratorio Chimico, Lisboa — PT (catálogo)

2009

				
			
		
	


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Segredos e Relíquias”, Museu de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito
Santo Silva, Lisboa — PT (catálogo)

“Terra Seda”, Galeria Françoise Baudry, Colares — PT
2008


	
		
		
	
	
		
			
				
					Têxteis, Biblioteca ISCTE em Lisboa — PT
2007


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Da Terra branca”, Casa Colombo– Museu de Porto Santo, Ilha de Porto Santo — PT(catálogo)

2006

	
		
		
	
	
		
			
				
					“Fragmentos”, Convento dos Cardais, Lisboa — PT(catálogo)



				
			
		
	



	
		
		
	
	
		
			
				
					“Bolsas”, Pousada de Guimarães Santa Marinha; Museu Alberto Sampaio; Galeria Gomes
Alves,Guimarães — PT(catálogo)


2005
“Tempo de Espera”, Museu de Lanifícios, Universidade da Beira Interior, Covilhã — PT
2002


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Tempo de Espera”, Museu Laboratório e Jardim Botânico, Lisboa — PT(catálogo)


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Tempo de Espera”, Palácio da Galeria, Tavira — PT


				
			
		
	

1996


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Tudo o que é sólido se dissolve no ar”, Museu Laboratório e Jardim Botânico, Lisboa — PT(catálogo)

1989

	
		
		
	
	
		
			
				
					“Tramas e Sortilégios”, Museu Nacional do Traje, Lisboa — PT(catálogo)



				
			
		
	

1987

				
			
		
	


	
		
		
	
	
		
			
				
					“Objectos Têxteis”, Espaço A/Club 50, Lisboa — PT


	
		
		
	
	
		
			
				
					
“Objectos Têxteis”, Museu Nacional do Traje, Lisboa— PT

1986Galeria de Arte de Tavira — PT

				
			
		
	


EXPOSIÇÕES COLECTIVAS 

	
		
		
	
	
		
			
				
					2025
“Azul em Festa”
Curadoria - Fátima Marques Pereira&#38;nbsp;
Museu Marítimo de Ílhavo, Ílhavo — PT“Encontros com a identidade; sobre a mesa”
Convento dos Cardais, Lisboa — PT&#38;nbsp;2024
“Não vá o diabo tecê-las!”
Curadoria - Rita Maia Gomes
 Torreão Nascente - Cordoaria Nacional, Lisboa — PT

“Album de Família”
Curadoria - João Pinharanda e Manuel Costa Cabral
Fundação Carmona e Costa, Lisboa — PT

2022
“These Walls Can’t Talk”
Galeria Belo - Galesterer, Lisboa —PT

“15 Anos de MACE”
Colecção Ana Cristina e António Albertino
MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas — PT

“Artistas em Cena no teatro Romano”
Teatro Romano - Museu de Lisboa — PT

“Territórios Desconhecidos - a criatividade das Mulheres na cerâmica moderna e contemporânea portuguesa (1950 - 2020)”
Museu Nacional do Azulejo, Lisboa — PT

2021 
“Escultura, objectos e cerâmica” 
Galeria de São Roque, Lisboa — PT


				
			
		
	


				
			
		
	

2020“Mais nada se move em cima do papel (o desenho como pensamento)“
Curadoria de Sara Antónia Matos
Centro de Artes de Águeda — PT
“Regresso ao Futuro”, 289, Faro — PT


				
			
		
	
2019“A Outra Metade do Céu”Curadoria de Pedro Cabrita Reis 
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa — PT


				
			
		
	
2018“Passeios”, Museu do Caramulo — PT

	
		
		
	
	
		
			
				
					“O corpo: arte no laboratório, ciência no atelier” Museu Nacional de História Natural e Ciên-
cia, Lisboa —
PT“Tanto mar – palácio da calheta”, Lisboa — PT


				
			
		
	

2016“Abaixo as fronteiras! Vivam o design e as Artes”, MACE, Elvas — PT
2015“Mostra”, Espaço R. Centro Cultural 2, Lisboa — PT

2014“Evangelhos Comentados por Artistas”, Mosteiro de São Vicente de Fora/Paço de São
Vicente, Lisboa —PT

2012“Teleférico Dinâmico”, Exposições de Arte Contemporânea, Guimarães — PT
“um texto-uma obra ”, (homenagem a Fernando de Azevedo), S.N.B.A, Lisboa — PT

2009“Arte por causas”, Galeria AR-PAB, Lisboa — PT


				
			
		
	
1994“Biombos”, Giefarte, Lisboa — PT


	
		
		
	
	
		
			
				
					1993“Orientation”, Fundação Akemia — JP

1992“Arte Portuguesa”, Osnabruck — GR


				
			
		
	
1991“Configura 1”, Kunst in Europa– Erfur 91 — GR

1988“VII Trienal Internacional de Tapeçaria”, Lodz — PL
“Os Artistas e o Mar”, Açores — PTMuseu Álvaro Campos, Tavira — PTSociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa — PT
1987“II Bienal da Arte dos Açores e Atlântico”, Açores — PTLivraria Barata, Lisboa — PTSociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa — PT
1986Instituto Franco-Português, Lisboa — PT

	
		
		
	
	
		
			
				
					1985Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa — PT


COLECÇÕESColecção António Cachola - MACE, Elvas — PT
&#38;nbsp;
Fundação Carmona e Costa, Lisboa — PT

Colecção Ana Cristina e António Albertino, Coimbra — PT

Museu Nacional do Azulejo, Lisboa — PT

MUDE &#124; Museu do Design e da Moda, Colecção Francisco Capelo, Lisboa — PT Fundação Ricardo Espírito
Santo Silva, Lisboa —PT
Museu de Lanifícios, Universidade da Beira Interior, Covilhã — PT
Museu Nacional do Traje, Lisboa — PT

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		<title>Contactos</title>
				
		<link>https://teresaseguradopavao.net/Contactos</link>

		<pubDate>Sat, 20 Feb 2021 16:07:40 +0000</pubDate>

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Atelier Teresa Segurado PavãoLargo chão do loureiro 7, 3º, 1100 -145, Lisboa — PT
Visitas por marcação: 
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